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Registros akashicos
O registo akáshico (ou "anais akáshicos") é, nas doutrinas teosóficas e na espiritualidade contemporânea, o suposto "depósito" não físico de todas as experiências, pensamentos e eventos ocorridos no universo. O termo deriva do sânscrito akasha, "éter, espaço cósmico". É um conceito esotérico, não científico.
Origem do conceito
A noção de akasha como "éter primordial" que regista tudo remonta às tradições indianas (Sankhya, yoga). O termo moderno "Akashic Records" foi sistematizado por Helena Blavatsky na teosofia do final do século XIX e depois popularizado por Charles Leadbeater, Edgar Cayce e diversos autores New Age do século XX.
Práticas e reivindicações
Praticantes de vários âmbitos New Age sustentam "consultar" o registo akáshico através de meditação, regressões ou práticas específicas para obter informações sobre vidas passadas, saúde, missão espiritual. Não existem provas científicas destas consultas. O seu valor permanece subjetivo e simbólico.
FAQ
Existem mesmo?
Não em sentido científico. São um conceito esotérico útil como metáfora de "memória universal", não como banco de dados real.
Posso aceder?
As práticas propostas são subjetivas: produzem material imaginativo que alguns consideram autêntico, outros leem como projeção interior.
Está ligado ao karma?
Na visão teosófica sim: os anais akáshicos conservariam o traço das ações kármicas de uma alma através de vidas sucessivas.